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O Independiente fez o que quis contra o Corinthians. O Itaquerão não ficou calado à toa. Acompanharam, ansiosos, a pior atuação do Corinthians sob o comando de Fábio Carille. O Independiente merecia ter goleado o heptacampeão brasileiro. A vitória só por 2 a um não reflete o que foi o domínio argentino, principalmente no primeiro tempo, quando subverteu a ordem natural das coisas.



Ariel Holan trabalhou até os quarenta e três anos como técnico de hóquei. E trouxe nesse esporte, o preenchimento dos espaços, a compactação no teu estado puro. http://descubraaquiweb78.unblog.fr/2018/07/03/aprenda-aumentar-as-visitas-no-web-site-por-meio-do-marketing-digital/ que a firmeza defensiva não começa da intermediária para trás. http://dicastratandoagora8.beep.com/.htm?nocache=1530674363 inimigo, Holan sabia que o Corinthians teria mais problema, visto que se especializou em contragolpear. Toda vez que precisa ter a iniciativa do jogo tem complexidade.


Ainda mais sem um atacante de referência pela frente, qualificado de segurar dois zagueiros e um volante, como fazia Jô. O Independiente necessitava somar ao menos um ponto, para seguir brigando na classificação no competitivo grupo sete da Libertadores. E houve um gravíssimo defeito de avaliação de Carille. Na postura de seus jogadores estava claro que os orientou para aguardar uma equipe catimbeira, que atuaria atrás, esperando o problema, uma roubada de bola pela intermediária. Oponente que jogaria na famosa 'uma bola'.


O erro não poderia ser maior. Os argentinos trataram de atacar desde que a bola começou a rolar. Nos primeiros segundos. http://kristiansenlausten7.thesupersuper.com/post/como-aumentar-as-visitas-no-meu-site-usando-o-trfego-pago decididos e super bem organizados, em procura não de um, no entanto de três pontos. Estava claro que sabiam super bem as dificuldades defensivas corintianas. Principalmente pelo lado esquerdo. A fragilidade de marcação de Sidcley, a lentidão de Henrique e a hesitação de Maycon.


União trágica. O Corinthians tomou 2 gols, Balbuena desviou uma bola para o respectivo travessão, Cássio fez duas ótimas defesas, e por precipitação nos arremates, os argentinos não fizeram 2 gols. Um caos que o 4-1-4-um não pôde http://semprebelanovidades15.affiliatblogger.com/14705087/onze-dicas-para-iniciar-um-neg-cio-respectivo-em-resid-ncia-com-sucesso . Será que não valeria a pena uma marcação mais próxima e enérgica em Meza, que é o principal talento do Independiente?


O lindo gol de Jadson amenizou a situação. Romero, que havia marcado contra, aos 24 minutos, deu um giro espetacular pela entrada da área. E serviu o meia livre, que só deslocou Campaña. 2 a 1, porque Benítez agora havia feito o primeiro gol do jogo, a um minuto de partida.


A volta de Jadson não trouxe o desafogo http://dicaspramelhordainternet16.fitnell.com/14738744/confira-as-vantagens-do-website-uol-host . Ficou escancarada a indispensabilidade de volantes com personalidade e firmeza na saída de bola. Gabriel tem personalidade, contudo só sabe marcar. Maycon tem qualidade, porém padece ainda de personalidade em jogos complicados. Mantuan não pôde ser a área de escape pelo lado justo, que o Corinthians se acostumou a utilizar com o contundido Fagner.


Do outro lado, Sidcley sabia que não podia dar um passo além do meio de campo. Porque, cruel, o Independiente forçava tuas principais jogadas ofensivas em sua amplo contrariedade de marcação. Carille errou pela avaliação do Independiente. Mateus Vital tem potencial, contudo está imaturo. E Romero fez o que pôde.



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Estando onipresente na defesa, ataque, meio. Lutou, teve um lance lúcido de pivô. Na alteração de 3-6-um para o 5-4-1, Holan tinha em mente que não poderia deixar o meio de campo do Corinthians compreender a intermediária. Se quebrasse a espinha corintiana, teria o jogo na mão. E foi o que ocorreu. Parecia jogo da década de 90, entre times argentinos, que a toda a hora foram melhores taticamente do que os brasileiros.


Com toques curtos, com muita aproximação, o Independiente colocou muitas vezes o Corinthians 'pela roda'. Foi um espetáculo tático o que fez no Itaquerão. O Independiente marcou seu terceiro gol, com Figal. Todavia foi convenientemente anulado por mais um problema estúpido da arbitragem,marcando ausência em Rodriguinho. No mundo todo há a imperativa indispensabilidade do árbitro de video.


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